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Apagão e Improviso: Prefeitura faz “Contrato de Emergência”, mas a Taxa de Iluminação nunca falha

Eletricista realizando manutenção em poste de iluminação pública em Três Corações - Crítica ao contrato emergencial da Prefeitura.

A Prefeitura de Três Corações assinou um contrato emergencial com a empresa “Vagalume” para trocar lâmpadas. O Cyberpelé questiona: por que a taxa (COSIP) é cobrada todo mês se o serviço precisa de gambiarra administrativa?

A Cidade no Escuro e a “Solução” às Pressas

Tricordiano, pegue a sua conta de luz agora. Procure por uma linha chamada CIP ou COSIP (Contribuição para Custeio do Serviço de Iluminação Pública). Achou?

Pois é. Essa cobrança é sagrada. Ela não falha, não atrasa e não pede desculpa.

Mas, nas ruas de Três Corações, a realidade é outra. Depois de meses de reclamações, bairros inteiros na escuridão e sensação de insegurança, a Prefeitura finalmente anunciou uma medida. Mas não foi um planejamento bem feito. Foi um Contrato Emergencial.

O Que Significa “Contrato Emergencial”?

Segundo noticiado pela imprensa local (Rádio Tropical), a Prefeitura contratou a empresa Vagalume em caráter de emergência para assumir a manutenção.

Para o Cyberpelé, quando um gestor público usa a palavra “emergencial” para algo previsível como lâmpada queimada, duas coisas podem estar acontecendo:

  1. Incompetência: Não planejaram a troca da empresa anterior e deixaram o contrato vencer.
  2. Manobra: Contratos emergenciais muitas vezes dispensam as etapas rigorosas de uma licitação comum.

A pergunta que fica é: A escuridão pegou a prefeitura de surpresa? Ou deixaram apagar de propósito para justificar a contratação rápida?

900 Lâmpadas Trocadas? Onde?

A administração diz que já atendeu 900 solicitações desde o início do contrato com a Vagalume. O número é bonito no papel.

Mas o papel não ilumina rua.

Nós queremos saber de você, que mora no bairro, na ponta da linha: A luz voltou na sua rua? Ou a Vagalume está fazendo jus ao nome e aparecendo só de vez em quando?

O Dinheiro Não é “Emergencial”

É revoltante pensar que o dinheiro da Taxa de Iluminação entrou nos cofres da prefeitura durante todos os meses em que o serviço ficou parado ou precário.

Para onde foi esse recurso? Se a taxa serve exclusivamente para custear a iluminação, por que chegamos ao ponto de colapso?

Conclusão: Queremos Luz, Não Desculpas

Contrato emergencial é curativo em fratura exposta. Três Corações precisa de uma solução definitiva, com licitação transparente, fiscalização rigorosa e cronograma sério.

Enquanto a prefeitura “improvisa”, o cidadão paga a conta cheia e volta para casa no escuro, rezando para não ser assaltado.

👇 Mapa da Escuridão

Não vamos deixar barato. Comente aqui embaixo: Qual é a sua rua e seu bairro? A lâmpada está queimada há quanto tempo? Vamos mapear onde a “Vagalume” ainda não chegou.

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